Aproveitei estar na civilização, por assim dizer, e não me contive em me realizar numa das mais prazerosas paixões: ver filmes. Mais especificamente, comédia romântica!
Não me furto de analisar e me ver na ridicularidade e simplicidade das heroínas desses filmes maravilhosos que ultrapassam o olhar crítico de um intelectualóide qualquer.
"Besteira! baboseira! Não existem essas idealizações!"
Pensem o que quiserem!
Regozijo-me só de pensar que a vida poder ser sim, difícil, mas cheia de agradáveis surpresas e surpreendentes finais (ou inícios) felizes.
Bem, voltando ao filme...
Esse, em específico, remete-nos a idealização da pessoa amada!
Uma lista a qual se deve preencher um ene de requisitos para que alguém seja digno de ser amado por cada donos dessas intermináveis listas!
Nossa, como esses autores são indiscretos!!!
Conseguem, sem quaisquer escrúpulos, nos despir e invadir nossa intimidade!!!
Temos que processá-los!
Mas o mais interessante é que, tanto no filme, quanto na vida real (pasmem!) esses requisitos são destruídos, descontruídos de tal forma...
...Que verdades absolutas e paradigmas podem ser quebrados aos poucos: com muita dedicação, persistência e zelo!
...Que podemos, sim, ser nós mesmos e conseguir o que queremos, sem precisar de jogos, artifícios e artimanhas do poderoso (e perigoso) jogo da conquista e da sedução!
... e que, principalmente, não vale a pena tentar ser outra pessoa diferente de você (que novidade ein?)!
E que bom que podemos sempre "quebrar a cara" e pagar pelos nossos conceitos preconcebidos!
Da melhor forma possível!