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segunda-feira, maio 17

Mas na segunda...


Dia desses, voltando de uma pequena orgia culinária, enquanto desfrutava de uma curta caminhada (gastando pouquíssimas calorias do que tinha acabado de devorar) me peguei a pensar em um texto que li na net...
Bem, não bem do texto, mas de sua essência e de toda discussão que gerou expressas pelo imenso número de comentários (e troca de "gentilezas" por partes dos leitores que acompanhavam o tal blog - que nem mesmo consigo chegar ao endereço, apesar de ter salvo na barra de favoritos - por favor quem souber como posso acessar a mesma no aplicativo google chrome me poste um comentário, ok?)

Retornando das abstrações, o tal texto, ou melhor o autor, demonstrava seu apreço ao ver sua amada se deliciar comendo (e não simplesmente "comendo" mas SABOREANDO, assim mesmo, em letras garrafais) as mais diversas e calóricas especiarias da comida brasileira: torresmo, picanha, dobradinha, buchada etc etc...

Enquanto lia a crônica, dias antes, me sentia feliz, ao ver que me "enquadrava" no referencial de mulher de alguém... (o que realmente é uma piada! - Que auto-estima de m...) e me preocupava com as conseqüências de tal ato (que só ficaram bem perceptíveis ao quase não conseguir respirar quando terminei o meu suculento prato de penne com camarão ao molho branco). Pior, já sabendo que estava sofrendo dos efeitos: pequenas, flácidas e indesejáveis protuberâncias abdominais, (discretas ao olhar apaixonado do nosso companheiro) mas incomensuravelmente desagradáveis ao nosso ver (no meu especificamente) e tive que concordar com um dos célebres "comentaristas" do texto: homem gosta é de mulher gostosa, bem feita e com tudo no lugar!

(O que estou dizendo?...)
Infelizmente (ou que seja felizmente, sei lá) é verdade!

Bem que também não são só eles: quem gosta de homem barrigudo? Apesar de sempre levantar a bandeira da admiração e inteligência necessárias para paixão.

Se a paixão emagrece e o amor engorda (que pude e estou constatando empiricamente) deveria haver aí algo que intermediasse ou amenizasse os efeitos colaterais (e desagradáveis) do amor: uma lente específica, um programa especial de exercícios: unidos pelo amor e pelo sobrepeso, ou algo do gênero... (entendam, meu IMC está normal ok?)

Afinal, quem realmente não gosta de estar de bem tanto com a balança, o guarda-roupas e o amor? E nem é pedir demais, é?

Subo as escadas (esforço maior=mais calorias perdidas), abro a geladeira (isso, isso chocolate, que o meu querido insiste em me presentear) e resisto a tentação!

clap, clap, clap - Obrigada, senhoras e senhores!

É... e segunda começo uma atividade física... mas só segunda (que vem)!!!

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